Roer as unhas, também chamado da Onicofagia, é um hábito comum e que, para muitas pessoas, começou ainda na infância e permaneceu durante a adolescência e a vida adulta.
Em alguns casos, o comportamento acontece de forma automática, quase sem que a pessoa perceba. O problema é que, além dos impactos nas unhas e na pele ao redor dos dedos, esse hábito traz consequências para a saúde e, também, para a saúde bucal.
Mas será que Roer as unhas piora a sensibilidade nos dentes?
Na maioria das vezes, roer as unhas está relacionado a fatores emocionais e comportamentais, como ansiedade, estresse, nervosismo, tédio, frustração ou até mesmo dificuldade de concentração.
Por ser um comportamento repetitivo, muitas pessoas realizam o movimento sem perceber, especialmente durante atividades que exigem atenção, momentos de tensão ou períodos de preocupação.
Dessa forma, quando o hábito se mantém por muito tempo, ele pode se tornar automático e difícil de controlar sem apoio ou estratégias específicas.
O nome técnico dado ao hábito de roer as unhas é onicofagia, comportamento compulsivo caracterizado pelo impulso recorrente de morder, cortar ou desgastar as unhas utilizando os dentes.
Embora frequentemente associado à ansiedade, nem sempre está relacionado exclusivamente a transtornos emocionais.
Em alguns casos, a onicofagia pode fazer parte dos chamados “comportamentos repetitivos focados no corpo“, grupo que também inclui hábitos como arrancar cabelos ou manipular constantemente a pele.
E indo muito além dos impactos físicos, esse comportamento pode afetar aspectos emocionais, sociais e a autoestima das pessoas.
Apesar de parecer um hábito “inofensivo”, roer as unhas pode gerar consequências sérias para a saúde. Entre os principais impactos estão:
As mãos entram em contato com diversas superfícies ao longo do dia e podem carregar bactérias, fungos e vírus.
Ao levar constantemente os dedos à boca, esses microrganismos podem ser transportados para o organismo, aumentando o risco de infecções. Inclusive, as pequenas lesões ao redor das unhas favorecem processos inflamatórios e infecções locais.
Por outro lado, falando em saúde bucal, o movimento repetitivo e a pressão exercida sobre os dentes podem provocar:
Embora não seja a principal consequência, a aparência das unhas e da região ao redor dos dedos também pode ser afetada, causando desconforto estético e impacto na autoestima.
Sim! Especialmente em pessoas que já apresentam desgaste do esmalte dentário, retração gengival ou histórico de sensibilidade.
Isso acontece porque as unhas funcionam como um material rígido que exerce pressão constante sobre os dentes durante a mastigação repetitiva.
Com o tempo, esse atrito pode favorecer desgastes microscópicos no esmalte e aumentar a exposição da dentina, camada responsável pela transmissão dos estímulos aos nervos do dente.
Logo, o resultado pode ser o aumento do desconforto ao consumir alimentos gelados, quentes ou doces.
Além da sensibilidade, a onicofagia pode trazer outros impactos para a boca:
Por se tratar de um hábito repetitivo e contínuo, os danos costumam ocorrer de forma gradual e muitas vezes passam despercebidos nos primeiros anos.
Abandonar a onicofagia pode ser um desafio, especialmente quando o hábito está associado a fatores emocionais. Ainda assim, algumas estratégias podem ajudar:
Cada caso é diferente e, em situações mais persistentes, o acompanhamento profissional pode ser importante para identificar as causas e encontrar estratégias adequadas.
Como muitos dos impactos da onicofagia acontecem de forma silenciosa, as consultas odontológicas periódicas são fundamentais para identificar sinais precoces de desgaste, sensibilidade, fraturas ou alterações na mordida.
Além disso, o dentista pode orientar medidas para proteger os dentes e indicar os tratamentos mais adequados quando já existe algum comprometimento da estrutura dentária.
Embora seja frequentemente visto como um comportamento inofensivo, a onicofagia pode trazer consequências importantes para a saúde bucal e para o organismo como um todo. Quando associada ao desgaste dos dentes, o hábito pode contribuir para o aumento da sensibilidade, além de favorecer fraturas, alterações na mordida e outros problemas bucais.
A boa notícia é que, com acompanhamento adequado e pequenas mudanças na rotina, é possível reduzir os impactos desse comportamento e preservar a saúde do sorriso ao longo da vida.
Lembre-se: este artigo tem como objetivo informar e espalhar conhecimento sobre saúde bucal. Esse conteúdo não deve substituir a orientação, o diagnóstico nem o tratamento profissional. Por isso, sempre procure a orientação do seu dentista ou de outro especialista para quaisquer dúvidas que você possa ter com relação à sua condição médica ou ao seu tratamento.
Qual a origem do Diastema? Odontologia e Ancestralidade. O sorriso é uma das características mais marcantes de cada pessoa. Ele expressa identidade, individualidade e cultura. E mesmo sendo algo tão singular, durante muito tempo, algumas características naturais foram vistas como imperfeições por não se encaixarem em padrões estéticos impostos pela sociedade.
O diastema (espaço entre dois dentes, principalmente entre os dois dentes da frente) é um exemplo disso!
E neste Dia do Combate à Discriminação Racial, refletir sobre essa característica é também uma forma de ampliar o olhar sobre diversidade e, acima de tudo, respeito. Vamos explicar:
O diastema é o nome dado ao espaço existente entre dois dentes. Embora possa aparecer em diferentes regiões da arcada dentária, ele é mais comum entre os dois dentes da frente, conhecidos como incisivos centrais superiores. Os motivos para sua aparição variam entre:
Na maioria dos casos (especialmente quando está presente desde o desenvolvimento da dentição e não provoca alterações na mastigação, na fala ou na saúde da gengiva) o diastema é apenas uma variação natural do sorriso.
Ou seja: ele não deve ser considerado uma doença, nem exige tratamento obrigatório.
Esse espacinho entre os dentes faz parte das características naturais da arcada dentária e não interfere na mastigação, na fala ou na higiene oral.
E exclusivamente por influência de padrões de beleza (que valorizam sorrisos completamente alinhados e sem espaços), muitas pessoas passam a enxergar o diastema como um defeito. Mas não é!
Inclusive, esse pensamento gera insegurança e incentiva tratamentos que nem sempre são necessários do ponto de vista clínico aqueles que possuem o diastema — e é justamente nesse contexto que a informação faz toda a diferença.
A partir do momento em que entendemos que existem características naturais entre diferentes grupos étnicos, passamos a contribuir para uma odontologia mais acolhedora e para uma sociedade que respeita a diversidade em vez de tentar padronizá-la.
Diversos estudos apontam que o diastema possui influência genética e apresenta maior prevalência na população negra.
Principalmente pelos fatores relacionados ao desenvolvimento da estrutura óssea e da arcada dentária, essa variação anatômica é considerada normal. Mas o que isso significa na prática?
Significa que a presença do diastema por si só não indica qualquer alteração na saúde bucal, fazendo com que essa característica faça parte da identidade do sorriso daquela pessoa, não exigindo nenhum tipo de intervenção odontológica.
Inclusive, em diferentes culturas africanas, o diastema é reconhecido como um traço de beleza, personalidade e ancestralidade.
Essa perspectiva mostra que a maneira como enxergamos determinadas características também é influenciada por fatores históricos, sociais e culturais, e não apenas pela odontologia.
Nem todo diastema deve/precisa ser fechado. A necessidade de tratamento depende da causa e da avaliação realizada pelo cirurgião-dentista.
Quando o espaço surge em decorrência de alterações no freio labial, perdas dentárias, doença periodontal, movimentação dos dentes ou outros fatores que possam comprometer a função ou favorecer problemas futuros, o acompanhamento profissional indicará o tratamento mais adequado.
Agora, quando o diastema é apenas uma característica natural do sorriso e não causa prejuízos à saúde bucal, não existe obrigação de corrigi-lo.
Caso a pessoa deseje realizar um procedimento por motivos estéticos, essa decisão deve partir de uma escolha consciente e individual, jamais de pressões externas ou de preconceitos relacionados à aparência.
Falar sobre saúde bucal também significa falar sobre representatividade, acolhimento e respeito às diferenças.
A odontologia evoluiu não apenas em técnicas e tratamentos, mas também na compreensão de que cada paciente possui características próprias que devem ser valorizadas.
No Dia do Combate à Discriminação Racial, é importante lembrar que combater o preconceito também passa por desconstruir a ideia de que existe apenas um sorriso considerado bonito ou correto. A diversidade de formatos, traços e características faz parte da população e merece ser respeitada dentro e fora dos consultórios.
Mais do que transformar sorrisos, a odontologia tem o compromisso de orientar, informar e promover saúde, sempre considerando a individualidade de cada paciente.
Cada sorriso conta uma história e carrega características únicas.
O diastema é um exemplo de como a informação pode ajudar a combater preconceitos e fortalecer uma visão mais inclusiva sobre saúde bucal.
Neste Dia do Combate à Discriminação Racial, vale lembrar que cuidar do sorriso não significa buscar um padrão estético, mas sim preservar sua saúde, sua funcionalidade e sua identidade.
Afinal, a odontologia também é uma ferramenta de respeito, inclusão e valorização das diferenças.
Lembre-se: este artigo tem como objetivo informar e espalhar conhecimento sobre saúde bucal. Esse conteúdo não deve substituir a orientação, o diagnóstico nem o tratamento profissional. Por isso, sempre procure a orientação do seu dentista ou de outro especialista para quaisquer dúvidas que você possa ter com relação à sua condição médica ou ao seu tratamento.
Qual dente dói na sinusite? Os sintomas da sinusite podem se parecer com uma dor de dente comum, e em alguns casos, ela realmente até é confundida com cáries ou inflamações dentárias. Mas então, dor nos dentes, pressão no rosto e desconforto ao mastigar… será que o problema está nos dentes ou na sinusite?
A verdade é que existe uma relação direta entre os seios da face e algumas regiões da arcada dentária, principalmente na parte superior da boca. Mas afinal, Qual dente dói na sinusite?
A sinusite é uma inflamação que afeta os seios da face, cavidades localizadas próximas ao nariz, olhos e maçãs do rosto. Entre essas estruturas estão os seios maxilares, posicionados logo acima das raízes dos dentes superiores posteriores.
Quando ocorre inflamação nessa região, pode haver acúmulo de secreção e aumento da pressão interna dos seios da face. Como consequência, os nervos próximos às raízes dentárias acabam sendo comprimidos, provocando dor e sensibilidade nos dentes.
Essa relação anatômica faz com que muitas pessoas confundam a dor da sinusite com uma dor odontológica tradicional.
Em alguns casos, o desconforto pode até parecer uma inflamação dentária, principalmente porque a sensação costuma atingir a região superior da boca.
A Sinusite Odontogênica é um tipo de inflamação dos seios da face que, diferente da sinusite tradicional, tem origem em infecções dentárias, especialmente nos dentes superiores — principalmente por existir aquela proximidade anatômica entre as raízes desses dentes e os seios maxilares. O resultado? A fácil disseminação de bactérias.
De acordo com informações do Hospital Paulista, infecções odontológicas não tratadas podem alcançar essa região e desencadear quadros inflamatórios que muitas vezes são confundidos com sinusites comuns.
Esse tipo de condição reforça a importância de enxergar o corpo de forma integrada.
De maneira geral, os dentes mais afetados pela sinusite são os molares e pré-molares superiores. Eles ficam localizados na parte de trás da arcada dentária superior, exatamente na região mais próxima dos seios maxilares.
Diferente de uma dor de dente causada por cárie ou inflamação localizada, a dor relacionada à sinusite costuma atingir vários dentes ao mesmo tempo. Além disso, muitas pessoas relatam sensação de pressão ou desconforto ao mastigar e ao abaixar a cabeça.
Outro ponto é que a intensidade da dor pode variar ao longo do dia. Em alguns momentos, o desconforto aumenta devido ao acúmulo de secreção e à pressão exercida sobre a região dos seios da face.
Embora os sintomas possam parecer semelhantes, alguns sinais ajudam a diferenciar uma dor causada pela sinusite de um problema odontológico.
Quando a origem está relacionada à sinusite, é comum que o desconforto venha acompanhado de congestão nasal, sensação de pressão no rosto, dor de cabeça e peso na região dos olhos e das maçãs do rosto.
Além disso, a dor costuma piorar ao abaixar a cabeça ou realizar movimentos bruscos.
Já dores causadas por problemas dentários tendem a ser mais localizadas. Normalmente, o desconforto se concentra em apenas um dente e pode ser acompanhado de sensibilidade intensa ao mastigar, inchaço gengival ou dor persistente em um ponto específico.
Outro detalhe importante é a duração dos sintomas. Em casos de sinusite, a dor pode variar conforme a congestão nasal melhora ou piora. Já problemas odontológicos costumam manter a dor constante até que o tratamento adequado seja realizado.
Além da dor nos dentes, a sinusite geralmente apresenta outros sintomas característicos. Entre os mais comuns estão:
Esses sinais ajudam a indicar que o problema pode estar relacionado ao sistema respiratório e não necessariamente aos dentes.
Importante: o desconforto costuma se intensificar em ambientes frios, secos ou durante crises alérgicas, fatores que frequentemente agravam quadros de sinusite.
Algumas medidas podem ajudar a reduzir o desconforto causado pela sinusite e pela pressão nos dentes:
Além disso, repouso e controle das crises alérgicas ajudam a melhorar a respiração e reduzir a pressão sobre os seios da face. Em alguns casos, compressas mornas na região do rosto também podem proporcionar alívio temporário.
No entanto, é importante lembrar que o tratamento adequado depende da identificação correta da causa da dor. Por isso, o acompanhamento profissional continua sendo fundamental.
Se a dor persistir por vários dias, aumentar de intensidade ou vier acompanhada de febre, inchaço ou dificuldade para mastigar, o ideal é procurar avaliação médica e odontológica.
O acompanhamento profissional ajuda a identificar se a origem do problema está relacionada à sinusite, aos dentes ou até mesmo a outras condições de saúde. Dessa forma, é possível definir o tratamento mais adequado para cada situação.
Ademais, buscar orientação ao perceber sintomas persistentes contribui para evitar complicações e melhorar o bem-estar no dia a dia.
Entender a relação entre dente e sinusite é importante para reconhecer os sinais corretamente e evitar confusões entre dores odontológicas e sintomas respiratórios.
Como os seios maxilares ficam muito próximos das raízes dos dentes superiores, inflamações nessa região podem provocar desconfortos bastante semelhantes a uma dor de dente comum.
Por isso, observar sintomas associados, manter atenção à intensidade da dor e procurar avaliação profissional quando necessário são cuidados fundamentais.
Com o diagnóstico correto, torna-se mais fácil encontrar o tratamento adequado e preservar a saúde e o conforto no dia a dia.
Contratar um plano odontológico é uma das formas mais acessíveis de manter a saúde bucal em dia sem comprometer o orçamento. Mas Como funciona o plano odontológico na prática? O que está incluído? Como, de fato, utilizar de forma eficiente e inteligente?
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Aqui, você vai entender de forma clara e objetiva como funciona um plano odontológico, quais são as coberturas mais comuns e o que observar antes de contratar.
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O plano odontológico funciona como uma assinatura. Um seguro. Ele é um serviço oferecido por uma operadora que garante acesso a uma rede credenciada de dentistas, clínicas e especialistas mediante o pagamento de mensalidades. Seu funcionamento é semelhante ao plano de saúde médico, porém voltado exclusivamente para procedimentos odontológicos – isto é, desde consultas preventivas até tratamentos mais complexos, dependendo da cobertura contratada.
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É importante trazermos aqui que, no Brasil, os planos odontológicos são regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que define uma cobertura mínima obrigatória.
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A cobertura varia de acordo com o tipo de plano (individual, familiar ou empresarial), mas, por determinação da ANS, o plano odontológico deve cobrir tudo relacionado à saúde bucal. Por isso, procedimentos como os citados abaixo devem estar incluídos:
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A carência do plano odontológico nada mais é do que o período que o beneficiário precisa aguardar após a contratação para poder utilizar determinados procedimentos. Ou seja, mesmo pagando a mensalidade, alguns tratamentos só poderão ser realizados depois de um prazo previamente definido em contrato.
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De qualquer forma, é importante conferir as regras específicas de cada plano e entender exatamente quais prazos se aplicam ao seu caso.
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Na prática, o funcionamento é simples:
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É importante se atentar às áreas de atuação de cada profissional. Por exemplo, se precisar agendar uma consulta para a realização de um canal, busque agendar com quem atende na área de Endodontia, e assim por diante.
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Lembre-se: é interessante que, no ato do agendamento, você informe à clínica qual o plano que você possui.
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Essa carteirinha pode ser física ou digital (direto em um Aplicativo), como é o caso da Odontolive;
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Aqui, é importante frisarmos que existem procedimentos que não precisam passar por auditoria (ou seja, o profissional pode realizar sem necessidade de aguardar o prazo de análise) e os que precisam aguardar autorização prévia para realização, como no caso de tratamentos mais complexos.
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A coparticipação é um modelo de cobrança em que o beneficiário paga uma pequena taxa sempre que utiliza algum procedimento do plano odontológico, além do valor da mensalidade. Ou seja, diferente do plano com mensalidade fixa e cobertura integral, na coparticipação o paciente contribui com parte do custo a cada atendimento realizado.
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E não, a coparticipação não é obrigatória. Como no caso do Plano Odontológico da Odontolive, onde, com uma única mensalidade, você tem acesso à cobertura completa em Saúde Bucal, com mais de 160 procedimentos cobertos, conforme o ROL da ANS.
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Normalmente, existem três modalidades principais:
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Uma dica: os planos empresariais costumam ter melhor custo-benefício!
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O simples fato de que a maioria das pessoas só procura um dentista quando está com dor — sendo justamente aí que os gastos aumentam — faz com que o Plano Odontológico seja extremamente compensatório, mesmo que você utilize apenas a cada 6 meses, período médio recomendado para a realização da limpeza (profilaxia), por exemplo.
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Tratamentos de urgência, inflamações ou até procedimentos estéticos podem gerar custos elevados quando não há planejamento. E pior: a falta de acompanhamento regular pode fazer pequenos problemas se transformarem em grandes dores de cabeça, tanto para a saúde quanto para o bolso.
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Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos problemas bucais, como cáries, gengivites e até infecções mais sérias, pode começar de forma silenciosa. Quando o cuidado vem antes dos sintomas, o tratamento tende a ser mais simples, rápido e menos invasivo.
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Por isso, sim: o plano odontológico pode funcionar como uma ferramenta de acesso facilitado à saúde bucal. Na prática, ele garante consultas, tratamentos e acompanhamento profissional mediante pagamento de mensalidade, com regras definidas pela operadora e regulamentadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Vamos lá! Você sabe Qual a diferença entre convênio e plano odontológico? Se você está pesquisando maneiras de cuidar melhor da sua saúde bucal, provavelmente já se deparou com dois termos bem parecidos: convênio odontológico e plano odontológico. Eles soam iguais, mas não são. Entender essa diferença evita frustrações e garante que você escolha a opção certa para seu dia a dia e para o seu bolso.
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Muita gente acredita que os dois significam a mesma coisa… Mas isso pode atrapalhar na hora de contratar. Por isso, é importante saber o que diferencia cada um, até porque, quando você entende a proposta de cada serviço, fica mais fácil decidir qual atende melhor suas necessidades.
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Convênio Odontológico é um modelo em que você paga uma mensalidade para ter acesso a dentistas conveniados. Geralmente, a cobertura costuma variar bastante e muitas vezes depende de empresas intermediárias, o que pode limitar tratamentos, prazos e previsibilidade;
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Já os Planos Odontológicos são regulamentados pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o que significa:
Coberturas garantidas por lei;
Rede credenciada estruturada;
Previsibilidade de custos;
Atendimento mais seguro e padronizado;
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Ou seja: todo plano odontológico segue regras claras e protege o consumidor. Já convênios podem variar muito na qualidade e segurança.
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Aplicativo próprio com carteirinha digital e acesso rápido à lista atualizada de dentistas;
Consultas sem coparticipação — você paga apenas a mensalidade, nunca pela consulta;
Atendimento nacional, perfeito para quem viaja ou se muda de cidade.
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É basicamente um cuidado completo, previsível e acessível.
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Segundo a ANS, mais de 34 milhões de brasileiros já utilizam planos odontológicos — número que cresce todos os anos. Além disso, quem realiza acompanhamento regular com o dentista tem menor risco de desenvolver doenças bucais mais sérias, como gengivite e periodontite.
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Se você busca segurança, cobertura clara, rede credenciada confiável e benefícios extras, o plano odontológico é a escolha mais completa.
E quando falamos em custo-benefício, tecnologia e praticidade, o Plano Odontolive se destaca — porque oferece tudo isso com mensalidades acessíveis e suporte contínuo.
Você já sentiu dor de dente e, ao procurar o dentista, descobriu que o problema não era no dente? Isso acontece mais do que parece, e muitas vezes, a causa da dor pode estar no nariz. Literalmente. Então, será que sinusite causa dor de dente?
A sinusite é uma inflamação que afeta os seios da face — aquelas cavidades que ficam perto do nariz, dos olhos e das bochechas. Quando esses espaços inflamam, eles acumulam muco e causam sintomas bem desconfortáveis, como:
e… dor nos dentes. Isso porque os seios maxilares ficam logo acima da arcada dentária superior!
Quando inflamados, os seios da face podem pressionar essa região e provocar uma dor que parece vir do dente, mas, na verdade, é só reflexo da inflamação.
Se essa pressão continuar, a dor pode se espalhar para mais de um dente ao mesmo tempo, principalmente os superiores. E o pior: quanto mais a pessoa abaixa a cabeça, mais sente esse peso no rosto.
Por fim, se ninguém investiga, a dor é tratada como se fosse dentária. E o verdadeiro motivo continua ali, sem receber o cuidado certo.
Ou seja, o ideal é sempre buscar orientação profissional para saber de onde realmente vem a dor.
Se a dor estiver concentrada nos dentes, vá ao dentista.
Se vier acompanhada de nariz entupido, coriza e dor de cabeça, um clínico geral — inclusive por Telemedicina — pode ser o caminho mais rápido e prático.
Saiba mais em @odontoliveoficial no Instagram e @odontolive no Youtube.
Nós sabemos do medo de dentista do seu filho/a, então não se preocupe! Aqui na Odontolive, transformar a experiência odontológica das crianças em algo positivo é nossa prioridade. Por isso, reunimos 4 passos para acabar com o medo de dentista:
1. A comunicação é a chave!
Antes de ir ao dentista, é legal conversar com a criança sobre como será a visita ao consultório odontológico. Mas não precisa ser algo complicado, fale de um jeito tranquilo e positivo, mostrando que é importante cuidar dos dentinhos para ter um sorriso saudável e bonito.
2. Leve-o para conhecer a clínica.
Às vezes, visitar a clínica antes da consulta de verdade pode ajudar a criança a se familiarizar com o lugar e as pessoas que trabalham lá. Com o reconhecimento do ambiente, no dia da consulta a criança não ficará tão nervosa!
3. Brinque de dentista em casa!
Uma ideia bem legal é brincar de dentista em casa! Você pode incentivar a criança a escovar os dentes de bonecas, ou até mesmo o próprio dentinho. Uma escova e um espelho é o suficiente! Isso ajudará a se sentir mais à vontade com a ideia de ir ao dentista de verdade.
4. Inclua desenhos sobre dentistas na rotina.
Assistir desenhos animados ou programas de TV onde os personagens vão ao dentista pode ser interessante. Isso fará com que a criança entenda que ir ao dentista é algo normal e importante para cuidar dos dentinhos.
Pensando nisso, separamos 5 desenhos que pode te ajudar nessa etapa! Clique no link (www.youtube.com/watch?v=ZiaJNy5fj9I&t=7s) e confira as nossas indicações para tornar coisa do passado o medo de dentista do seu filho/a.
Deu certo? Compartilha com a gente em nosso Instagram (www.instagram.com/odontoliveoficial). Ficaremos felizes de ter esse feedback!
Os exames de raio-X, também chamados de radiografias, são utilizados há muito tempo devido a sua precisão em diversas áreas da saúde. Sendo assim, na odontologia não seria diferente. A radiografia é uma ferramenta fundamental para a descoberta de problemas que muitas vezes não podem ser visualizados na área superficial dos dentes.
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Em alguns casos, os relatos do paciente e a avaliação clínica não são suficientes para identificar qual tipo de enfermidade pode estar ocorrendo nos dentes, por isso a radiografia se torna útil para o diagnóstico de situações como as cáries e as lesões ósseas. Sendo assim, esse tipo de exame é muito solicitado como forma de conhecer a localização exata do problema e gerar maior confiança ao paciente.
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Nem todos os planos de saúde oferecem o serviço de radiografia, por acreditarem que não é um procedimento essencial. Os planos da Odontolive, por sua vez, oferecem radiografias panorâmicas e periapicais com rapidez e segurança. A exposição à radiação durante o exame é mínima e o paciente pode obter rápida solução para o problema.
As visitas ao dentista são fundamentais para o bem da saúde bucal e devem ser realizadas com frequência. Entretanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre qual seria o melhor intervalo de tempo entre uma consulta e outra. O fato, entretanto, é que cada procedimento exige o seu próprio período de tempo, então seria impossível determinar um espaço exato.
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Para consultas de rotina, o ideal é que o paciente vá ao dentista pelo menos uma vez por ano. Já para outros tratamentos, entretanto, esse período pode ser mais curto. Esse é o caso de pacientes que realizam tratamentos para cárie ou utilizam aparelho ortodôntico. Para esse tipo de procedimento, as visitas ao dentista se tornam ainda mais importantes, pois contribuem para uma limpeza mais intensa na arcada dentária.
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Ao iniciar um tratamento dentário, o dentista irá informá-lo sobre a melhor frequência para consultas de acordo com o seu caso. É importante que essa periodicidade seja cumprida para que não haja prejuízo no tratamento iniciado. Por esse motivo, a contratação de um plano odontológico pode ser a solução mais vantajosa para o cuidado da sua saúde bucal.